Texto que escrevi pra uma avaliação de português, a Tia Ana Celeste pediu pra q escrevessemos um texto, e depois, o reescrevessemos sobre um ponto de vista dierente…
Eu fiz, mas como tava com muito sono por uma noite mal dormida, só fiz esse textinho minusculo, e tosco!
São 03:30h da manhã, eu observo a chuva.
Sentado junto à janela, com os olhos vermelhos e o peito ardendo. Apenas olhando para o nada, vendo as luzes amarelas da cidade adormecida…
Já verifiquei as portas, tranquei as janelas e tomei um copo de chá gelado… Mas o sono não vem.
Será que devo levantar e dirigir sem rumo?
Será que o sono chega se eu fingir que não estou aqui?
Metade do planeta no escuro abandona o dia, e eu aqui anoiteci querendo ser assim.
Olho o relógio e descubro um ponteiro preso, e agarrado a ele todas as horas que insistem em permanecer inertes.
Acho que Morfeu deitou, adormeceu e esqueceu de mim.
Meu travesseiro acorda e ri, enquanto eu conto carneirinhos, os dedos e os cabelos que arranquei de tanto desejar o sono; Ah! Já não agüento mais, eu vou correr na chuva, acordar os vizinhos, vou lhe telefonar, e dizer que eu só preciso dormir…
São 03:30h da manhã, ele observa a chuva.
Sentado junto à janela, com seus olhos vermelhos e o peito ardendo. Apenas olhando para o nada, vendo as luzes amarelas da cidade adormecida…
Já verificou as portas, trancou as janelas e tomou um copo de chá gelado… Mas o sono não vem.
Será que ele deve levantar-se e dirigir sem rumo?
Será que o sono chega se ele fingir que não está ali?
Metade do planeta no escuro abandona o dia, e ele ali anoiteceu querendo ser assim.
Olha o relógio e descobre um ponteiro preso, e agarradas a ele todas as horas que insistem em permanecer inertes.
Acha que Morfeu deitou, adormeceu e esqueceu-se dele.
Seu travesseiro acorda e ri, enquanto ele conta carneirinhos, dedos e os cabelos que arrancou de tanto desejar o sono; Já não agüenta mais, e quer correr na chuva, acordar os vizinhos, e me telefonar, e dizer que ele só precisa dormir…